Assim, distante de gestos,
caminho pela estrada batida, viciada.
Sem menores emoções, engajo-me na disputa,
tão desejosa e possivelmente frustrante.
Assim, sem menores gestos,
divulgo as conquistas pelos bares,
incentivo as verdades que não sei,
e motivo entusiastas a me inspirar.
Assim, distantes de gestos,
percebo que faço da mente fardo,
em esquinas escuras vejo semelhantes,
fardados com suas mentes exaustas.
Assim, distantemente ausente,
respondo algumas perguntas,
cumpro alguns pedidos, ordens,
sigo o que me dizem ser intuição.
Assim, fazendo alguma pose,
fico distraindo quem se encanta,
inclusive a mim mesmo, espelhando-me
fazendo-me do próximo, do semelhante.
Isso tudo é o que me dizem,
assim, por ai, de repente,
no telepático, fônico, virtual,
sensacional espetáculo humano, visto e vivo!
UM LUGAR PARA LIBERTAR O SENSO CRIATIVO, SEM RESTRIÇÕES AO ERRO, AO BANAL, AO TRISTE, AO AMOROSO, AO QUE ENRAIVESSE, AO QUE É BELO E AO QUE A MENTE PERMITE!
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
A Porteira
Estão Abertas as porteiras do pensar.
Deixem passar a livre expressão,
deixem passar toda a novidade,
liberte sua mente, e faça seus pedidos.
Ontem, brigamos, em eterna euforia
orgulhosa, tu orgulhosa, eu orgulhoso.
Mas sabes que por um lado,
tu és realmente livre no pensar
e eu também livre no criar,
e errando, eu, persigo a mim mesmo,
como um terrorista e tu, a ti no proprio julgar.
Não persiga-me também, me ajude.
Desculpamo-nos dos desdéns revirados,
de broncas agonizantes do orgulho.
Eu e tu, somos iguas e nos indignamos iguais.
Faça seu coração se libertar...
E ajude o meu também...
Continue competente, e faça a mim também.
Seja sempre firme, me faça também.
Seja o carinho e sou também.
Compreensão livre, duplicando-a em mim.
Sou a eterna desculpa, a ti, ao que amo.
Peço a mim também.
Erre sempre, que te amarei, enquanto a intenção for amor.
Quanto ao amor,
ele por si só empurra essa inspiração.
Vamos, vamos em si, dó, mim, lá e aqui.
Somos espelhos refletidos
em nossas expressões cansadas,
expressões vivas e alegres.
Sou sempre, claro e um crente
em ti!!
Semore seu, amado seu...
O GRANDE ESPETACULO DO PINICO VOADOR.
INSPIRADO NAS OBRAS DA MAÇÃ BORBOLETA
Deixem passar a livre expressão,
deixem passar toda a novidade,
liberte sua mente, e faça seus pedidos.
Ontem, brigamos, em eterna euforia
orgulhosa, tu orgulhosa, eu orgulhoso.
Mas sabes que por um lado,
tu és realmente livre no pensar
e eu também livre no criar,
e errando, eu, persigo a mim mesmo,
como um terrorista e tu, a ti no proprio julgar.
Não persiga-me também, me ajude.
Desculpamo-nos dos desdéns revirados,
de broncas agonizantes do orgulho.
Eu e tu, somos iguas e nos indignamos iguais.
Faça seu coração se libertar...
E ajude o meu também...
Continue competente, e faça a mim também.
Seja sempre firme, me faça também.
Seja o carinho e sou também.
Compreensão livre, duplicando-a em mim.
Sou a eterna desculpa, a ti, ao que amo.
Peço a mim também.
Erre sempre, que te amarei, enquanto a intenção for amor.
Quanto ao amor,
ele por si só empurra essa inspiração.
Vamos, vamos em si, dó, mim, lá e aqui.
Somos espelhos refletidos
em nossas expressões cansadas,
expressões vivas e alegres.
Sou sempre, claro e um crente
em ti!!
Semore seu, amado seu...
O GRANDE ESPETACULO DO PINICO VOADOR.
INSPIRADO NAS OBRAS DA MAÇÃ BORBOLETA
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
POBRE DE NÓS
Aquele que nasce pobre, é insultado pela vida. É inconformado e insistente. Aquele que sobe montes, que se doa a fé é insultado também, só que pelos outros homens.
A vida é uma serpente que caça e trai , que é bela e sorrateira.
Somos seres lindos no universo das palavras muitas e repetitivas , apesar de variadas.
Somos seus, somos deles e somos do amor.
O futuro é uma astronave que tentamos pilotar, ela não tem tempo e nem piedade e tem hora de chegar.
Por isso, a caminhada deve ser amável, mas dura, linda, clara e obscura. A vida deve ser sem arrependimentos sem resgates do que se perdeu e afogou , sem guardar o que passou. Como pode o homem "beber mais água da renovada fonte, se suas taças ainda estão cheias? Assim a vida se torna um fardo, um peso a se carregar.
A renovação é a mente que faz e a conquista do autoconhecimento é a observação continua e não hipócrita, como vemos muito por ai...
A vida esta bela, muito bela para nós, é só ver..
A mesa esta posta, o vinho aberto, a nova rota traçada. SEI eu que tu, que és grande, sabe bem o que fazer e os obstáculos do autoconhecimento e do autovencimento são duros apenas se quisermos, pois se soubermos ouvir e sentir, a vida fica como a brisa que corre mares e oceanos, carregando nela todo o cheiro das ondas perfeitas e das matas virgens, assim como você e eu.
A vida é uma serpente que caça e trai , que é bela e sorrateira.
Somos seres lindos no universo das palavras muitas e repetitivas , apesar de variadas.
Somos seus, somos deles e somos do amor.
O futuro é uma astronave que tentamos pilotar, ela não tem tempo e nem piedade e tem hora de chegar.
Por isso, a caminhada deve ser amável, mas dura, linda, clara e obscura. A vida deve ser sem arrependimentos sem resgates do que se perdeu e afogou , sem guardar o que passou. Como pode o homem "beber mais água da renovada fonte, se suas taças ainda estão cheias? Assim a vida se torna um fardo, um peso a se carregar.
A renovação é a mente que faz e a conquista do autoconhecimento é a observação continua e não hipócrita, como vemos muito por ai...
A vida esta bela, muito bela para nós, é só ver..
A mesa esta posta, o vinho aberto, a nova rota traçada. SEI eu que tu, que és grande, sabe bem o que fazer e os obstáculos do autoconhecimento e do autovencimento são duros apenas se quisermos, pois se soubermos ouvir e sentir, a vida fica como a brisa que corre mares e oceanos, carregando nela todo o cheiro das ondas perfeitas e das matas virgens, assim como você e eu.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Expresso Saudades
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
EXPO - MENTE
EU,POR MIM
Sou a polpa escaldada
Sou o suco de maçã
Sou a moça encabulada
o paciente do divã
Sou a morte inesperada,
o remedio salvador,
sou poeta de sacada,
e também estivador.
De ouvido peco, peço, versos,
em canção preliminar,
em poemas que nem sei,
onde mesmo vou chegar.
Ja cansei, ja por hoje,
Ja é hora de acordar,
e na janta só espero,
nunca mais ter que deitar,
Olho e penso muito pouco,
sou de baixa inspiração,
e em versos bem quebrados,
já demonstro intenção.
EU, POR MIM
Sob sombras formas cultas,
culturetes desejadas,
alegrias apagadas,
e a grande muda que nasceu,
Deus e teu e eu!
Sou a polpa escaldada
Sou o suco de maçã
Sou a moça encabulada
o paciente do divã
Sou a morte inesperada,
o remedio salvador,
sou poeta de sacada,
e também estivador.
De ouvido peco, peço, versos,
em canção preliminar,
em poemas que nem sei,
onde mesmo vou chegar.
Ja cansei, ja por hoje,
Ja é hora de acordar,
e na janta só espero,
nunca mais ter que deitar,
Olho e penso muito pouco,
sou de baixa inspiração,
e em versos bem quebrados,
já demonstro intenção.
EU, POR MIM
Sob sombras formas cultas,
culturetes desejadas,
alegrias apagadas,
e a grande muda que nasceu,
Deus e teu e eu!
"Em alternativas absurdas, vamos derivando verbos destindos dos sentimentos profundos que nunca são postos à mente pensante e racional!" EU, POR MIM.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
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