Andreia
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Betto
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UM LUGAR PARA LIBERTAR O SENSO CRIATIVO, SEM RESTRIÇÕES AO ERRO, AO BANAL, AO TRISTE, AO AMOROSO, AO QUE ENRAIVESSE, AO QUE É BELO E AO QUE A MENTE PERMITE!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
TUDO TEM SENTIDO
Solenemente, um novo raiar convida ao canto.
Peço em oração para que o alvo se acerte
e quem eu gostaria de visse, visse!
Um mar desconhecido pode ser navegavel,
um ceu colorido nem sempre é eterno.
Sem mais otimizar o contratempo,
afim de ser a favor dele,
calo a mente
curo calo.
A leve brisa que bate no rosto do sabiá,
é aquela que refresca meu pensar,
em sintonia à mente que a mim
se faz desconhecida.
Mas mesmo assim,
é possivel sorrir em prantos.
Azul do ceu, acinzenta-se não pela eternidade,
ocilando de acordo com a estação.
Paro na proxima, descer sem perguntar,
no paradoxo pensante, da proa navegante,
respeito e volto a Yemanja!
Peço em oração para que o alvo se acerte
e quem eu gostaria de visse, visse!
Um mar desconhecido pode ser navegavel,
um ceu colorido nem sempre é eterno.
Sem mais otimizar o contratempo,
afim de ser a favor dele,
calo a mente
curo calo.
A leve brisa que bate no rosto do sabiá,
é aquela que refresca meu pensar,
em sintonia à mente que a mim
se faz desconhecida.
Mas mesmo assim,
é possivel sorrir em prantos.
Azul do ceu, acinzenta-se não pela eternidade,
ocilando de acordo com a estação.
Paro na proxima, descer sem perguntar,
no paradoxo pensante, da proa navegante,
respeito e volto a Yemanja!
Assim como eu, você e a vida...Um verso Subjetivo e um Titulo sem razão, faz mais algumas ondas no mar e propicia mais alguns giros da terra.
O pescador tem dois amor,
um bem na terra, um bem no mar.
E com tiras leves do velho tecido
se fazem quadros negros de cor.
Na alma antiga do negro sem medo,
nada é e nunca será um favor.
Um velho mercante devagando,
devagar e sonolento ao peso de vidas,
ele implora ao Grande Deus mais saidas,
pois não quer mais fardo nem pranto.
um bem na terra, um bem no mar.
E com tiras leves do velho tecido
se fazem quadros negros de cor.
Na alma antiga do negro sem medo,
nada é e nunca será um favor.
Um velho mercante devagando,
devagar e sonolento ao peso de vidas,
ele implora ao Grande Deus mais saidas,
pois não quer mais fardo nem pranto.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
A rima desconexa da Saudade
O Sal destas terras, prometem boa safra,
Em analogia à conquistar eu planto a semente.
Em virtudes esquecidas do coração eu lembro.
Em virtudes descobertas me fortaleço.
Saudade cruel, que me mata de amor,
Vide vida passada, vide vida presente,
As vezes em contextos deste intenso calor
Me pego a pensar distante, longe e ausente.
Fixo a atenção nos tijolos deste instante,
preocupações isolam o velho edificio,
sento em bancos diferentes, penso,
e é dificil lembrar dos sorrisos, assim.
Como as brisas quentes do verão que volta,
lembro de batidas broncas no meu ouvido
Zunindo, zunindo na mais pura expressão,
assim eu volto em sonhos, na aritimia do coração.
Crio, ponho, amo e canto.
E nos espaços inescrupulosos do tempo,
vejo a barba do velho amigo,
crescer sem controle e sem cor.
Saudade crua, limpa e bela,
As vezes lembro do perdão que ganhei,
lembro do aperto de mão, do abraço irmão.
Fonte eterna de força, contrui na velha capital.
Desejo em breve rever meus irmãos,
em breve os provedores de minha vida.
Desejo ser sempre eu, com a saudades,
com as metades e sem feridas.
Saudades da minha Familia, Amigos, Irmãos, Cidade, Ventos, Sons, Caos, e tudo que vem junto!
Em analogia à conquistar eu planto a semente.
Em virtudes esquecidas do coração eu lembro.
Em virtudes descobertas me fortaleço.
Saudade cruel, que me mata de amor,
Vide vida passada, vide vida presente,
As vezes em contextos deste intenso calor
Me pego a pensar distante, longe e ausente.
Fixo a atenção nos tijolos deste instante,
preocupações isolam o velho edificio,
sento em bancos diferentes, penso,
e é dificil lembrar dos sorrisos, assim.
Como as brisas quentes do verão que volta,
lembro de batidas broncas no meu ouvido
Zunindo, zunindo na mais pura expressão,
assim eu volto em sonhos, na aritimia do coração.
Crio, ponho, amo e canto.
E nos espaços inescrupulosos do tempo,
vejo a barba do velho amigo,
crescer sem controle e sem cor.
Saudade crua, limpa e bela,
As vezes lembro do perdão que ganhei,
lembro do aperto de mão, do abraço irmão.
Fonte eterna de força, contrui na velha capital.
Desejo em breve rever meus irmãos,
em breve os provedores de minha vida.
Desejo ser sempre eu, com a saudades,
com as metades e sem feridas.
Saudades da minha Familia, Amigos, Irmãos, Cidade, Ventos, Sons, Caos, e tudo que vem junto!
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Sobre a Fé...Oremos!
Aqui minha senhora,
deposito em tua alma toda
a minha crença.
Não sei porque faço isso,
não sei porque acredito.
O que sei é sobre tua bondade,
o que sei é sobre teu carater.
Aqui minha senhora, deposito a verdade.
Dizem por ai muito sobre ela,
mas só no meu intimo inconsciente posso definir,
o que não se faz por palavras e sim consequências.
A fé, senhora,
é uma dadiva, onde nos faz crer sem ver,
crer sem ter, crer sem olhar, crer sem ouvir.
Crer incondicionalmente, mesmo quando estamos
na pior das situações, no buraco mais profundo.
Na descrença mundana, no pesadelo real,
é que somos chamados a ver a fé e senti-la
sinceramente.
Podes abandonar-me Senhora, mas eu nunca vou abandonar-te,
porque acredito em ti, tenho fé.
Se alguem lhe abandonar, jogar-lhe praga do desemprego,
do desespero, da solidão e da amargura,
não perca a fé, pois a força esta em ti e não
no mau auguro e intento.
Afaste-se e deseje fé a quem te quer mau...
A fé, esta dentro de nós e ninguém pode tirar
assim como coloca-la dentro de nós.
Ela é a crença incontestável do amor e da esperança,
por isso, a grande fé esta crer em você mesma,
acima de tudo, como nosso Pai Maior disse.
Nunca vou me esquecer de que a fé,
é acreditar acima de tudo, sem precisar de provas,
do mesmo jeito que acredito em você.
Isso, construi dentro de mim.
Eu tenho a fé humilde,
errante, e verdadeira ...em você!
Amo a Senhora, por acreditar em mim, em ti e em DEUS.
deposito em tua alma toda
a minha crença.
Não sei porque faço isso,
não sei porque acredito.
O que sei é sobre tua bondade,
o que sei é sobre teu carater.
Aqui minha senhora, deposito a verdade.
Dizem por ai muito sobre ela,
mas só no meu intimo inconsciente posso definir,
o que não se faz por palavras e sim consequências.
A fé, senhora,
é uma dadiva, onde nos faz crer sem ver,
crer sem ter, crer sem olhar, crer sem ouvir.
Crer incondicionalmente, mesmo quando estamos
na pior das situações, no buraco mais profundo.
Na descrença mundana, no pesadelo real,
é que somos chamados a ver a fé e senti-la
sinceramente.
Podes abandonar-me Senhora, mas eu nunca vou abandonar-te,
porque acredito em ti, tenho fé.
Se alguem lhe abandonar, jogar-lhe praga do desemprego,
do desespero, da solidão e da amargura,
não perca a fé, pois a força esta em ti e não
no mau auguro e intento.
Afaste-se e deseje fé a quem te quer mau...
A fé, esta dentro de nós e ninguém pode tirar
assim como coloca-la dentro de nós.
Ela é a crença incontestável do amor e da esperança,
por isso, a grande fé esta crer em você mesma,
acima de tudo, como nosso Pai Maior disse.
Nunca vou me esquecer de que a fé,
é acreditar acima de tudo, sem precisar de provas,
do mesmo jeito que acredito em você.
Isso, construi dentro de mim.
Eu tenho a fé humilde,
errante, e verdadeira ...em você!
Amo a Senhora, por acreditar em mim, em ti e em DEUS.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Dês em canto 2!
Descaso, descontente no
desatino me deito,
com desdem à dor.
Deslocado com desanimo,
deposto do que demontra.
Deslocado em devaneios,
descarredo em Deus,
que deu doses,
que deu dez de mim.
Duvido, desconfio.
Deslocado de Deus, dispenso.
Desapareço duas , duzias de vezes.
Duvido de verdades.
digno de derrotas
desastrosa dadiva delvolvo.
Desacreditado eu desagrego,
das delegações do dia-dia
eu desapego ao desespero.
E nos delirios denego-me
como um demente,
denominando-me um defectivo da vida
na decrepitude da mente.
Enfim.... definho lentamente
em causa a dedicatoria deficitaria.
Dispeço de Deus, de ti e dos demais.
e vejo em mim à Deus.
Raphael Taricano 26/08/2008
desatino me deito,
com desdem à dor.
Deslocado com desanimo,
deposto do que demontra.
Deslocado em devaneios,
descarredo em Deus,
que deu doses,
que deu dez de mim.
Duvido, desconfio.
Deslocado de Deus, dispenso.
Desapareço duas , duzias de vezes.
Duvido de verdades.
digno de derrotas
desastrosa dadiva delvolvo.
Desacreditado eu desagrego,
das delegações do dia-dia
eu desapego ao desespero.
E nos delirios denego-me
como um demente,
denominando-me um defectivo da vida
na decrepitude da mente.
Enfim.... definho lentamente
em causa a dedicatoria deficitaria.
Dispeço de Deus, de ti e dos demais.
e vejo em mim à Deus.
Raphael Taricano 26/08/2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Para: Deus
Um ar gelado, é a frente fria que vem
sempre que aquele medo nos pega de jeito
na calada da noite, na calada vida que exige apenas ações.
E nessa que eu aposto é necessario as vezes chorar e pedir a Deus,
que não nos deixe, não deixar de ver que somos nós mesmos,
sempre nós os problemas e soluções.
Tudo esta na mente, e a vida nunca mente ao que projetamos,
mesmo sem saber, fazemos certo e errado.
Sabe eu,
ouço o ruído quieto e frio da geleira,
ouço desafios que não são de brincadeira.
Erguer o peito, suspirar a vida pulsante
na dor, felicidade e no temor é só para
quem pode.
Sinto um frio dos pés a cabeça.
É Deus quem me chama mais uma vez.
Eu escuto sua voz e sinto sua vontade a me convocar.
Mas eu, Deus, sera que eu posso?
Duvido de muitas coisas aqui,
só sei que me afogar não vou e
a cada dia percebo que neste
sentido , você não podes fazer nada.
Sou eu quem devo me salvar,
eu que devo sair.
Deus, me desculpe se não sigo tuas ordens,
sou apenas um moleque e sempre serei,
um errante de primeira.
Hoje me perguntei o que um homem,
e um coração, devem fazer para não sucumbir,
para sobreviver e viver?
Eu sinceramente não sei.
Espero apenas que o Senhor me mande a
famosa e contestada luz dos céus para
me iluminar e finalmente eu poder seguir o caminho,
descobrindo em tuas palavras a verdade
incontestavel da vida, do amor e das virtudes.
sempre que aquele medo nos pega de jeito
na calada da noite, na calada vida que exige apenas ações.
E nessa que eu aposto é necessario as vezes chorar e pedir a Deus,
que não nos deixe, não deixar de ver que somos nós mesmos,
sempre nós os problemas e soluções.
Tudo esta na mente, e a vida nunca mente ao que projetamos,
mesmo sem saber, fazemos certo e errado.
Sabe eu,
ouço o ruído quieto e frio da geleira,
ouço desafios que não são de brincadeira.
Erguer o peito, suspirar a vida pulsante
na dor, felicidade e no temor é só para
quem pode.
Sinto um frio dos pés a cabeça.
É Deus quem me chama mais uma vez.
Eu escuto sua voz e sinto sua vontade a me convocar.
Mas eu, Deus, sera que eu posso?
Duvido de muitas coisas aqui,
só sei que me afogar não vou e
a cada dia percebo que neste
sentido , você não podes fazer nada.
Sou eu quem devo me salvar,
eu que devo sair.
Deus, me desculpe se não sigo tuas ordens,
sou apenas um moleque e sempre serei,
um errante de primeira.
Hoje me perguntei o que um homem,
e um coração, devem fazer para não sucumbir,
para sobreviver e viver?
Eu sinceramente não sei.
Espero apenas que o Senhor me mande a
famosa e contestada luz dos céus para
me iluminar e finalmente eu poder seguir o caminho,
descobrindo em tuas palavras a verdade
incontestavel da vida, do amor e das virtudes.
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