quarta-feira, 13 de abril de 2011

Sem animação

Não há movimento,
efeitos e indiscrição!
Ha sentimento, de saudade
e reboco inspiração.

Não há compartilho
nem susurros e ação,
só revolta, ciúme e
palavras sem razão.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

C D Parou

Em oração póstuma,
oração de sentimentos perdidos
Solicitei mais palavras
solicitei a compreensão.
Quanto mais caminhos de festa,
mais fugas à desta visão.

Onde há de existir o som?
Onde a dúvida e perdão.
Não sou de perdoar,
assim como sou perdão.

Caramba! quanta poeira subiu,
quanto tremor reviveu em céus
pregados eternamente lindos,
em sol iluminado, que prevê verão.

A frente, um quartel isolado,
e o habitue da não guerra,
acostuma mal o soldado.
Mas em dia nublado a corneta soa,
pois tudo que foi promessa,
hoje é um pressagio ilusório.

Quero só ver como vai ser.
To aqui olhando e esperando
o por do sol, mas não!
Sem para ver beleza, Chucro!

É a sombra da noite que vem, natural!
Mas hoje não sei o que será!

Mas como sempre,
Errado homem de pé toro,
estará com sua luz,
querendo e vendo,
a outra se apagar.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Contra a Edição.

Endinheirar-me ó tentação,
pois renego a vontade de querer
e busco a insesante solução,
e revisto o corpo a comparecer.

Obriga-me vida a transformar,
a deixar de ser para tentar,
na luta frenética e errada,
não vejo a verdade dessa estrada.

É preciso esquecer o certo,
para ser um ser que será,
e a sensatez viva no canto,
da mente por muito ficará.

E no carnaval de sentimentos,
que se escorrega em todo corpo,
em reluto a sorrir das nove as oito,
vive-se vida de pele carne e osso.

Assim existe-se o questionar:
Tem que ser assim,
como dizia o meu pai?
E fazer e se entregar.

Difícil se entregar,
repetidas palavras
vocabulário escasso
de origem fracasso.

Assim que será!
Até não mais ser.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Real ou realidade, onde se perdeu?

Meu desejo, como harmonizar?
saber perder o que não tive,
cara a cara e firme encarar
a vontade de ser sempre livre.

Paro, percebo e começo a lista:
O berimbau calou, as ondas nem pensar,
meu bandolim vem por inercia,
quem domina é vontade de chorar.

Onde foram parar meus pertences?
Reviro todas gavetas e ruelas,
repenso quais foram os relances,
e tento lembrar o que fizera.

Será que fui roubado de mim?
levanta-te irmão que tombou,
incrédulo não retornou,
e cético acabou-se assim.

O pior é ficar sem o desejo,
e não se conformar com nada,
questionar tudo o que vejo
sem conseguir ir a batalha.

Não é que o ideal acabou.
Acho que foi a vida que mudou,
sem mais nem menos é diferente
e tudo que existia se desfez de repente.

Não sei o que fazer,
não sei mais conciliar.
O meu sonho de querer
ou atalho a abandonar.

Agora eu quero descansar,
olhar pra minha linda e ver
seus olhos grandes a me olhar
e não lembrar o que não posso ser!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Borbulhas de Amor

Um pedido e nada mais:
me leve com você ao bar,
e juro prometer me calar.
até ensurdecer seu paladar.

Sabe, as vezes eu me abalo,
outras vezes você se abala

Injusto é o apelo da paixão,
e no calor no coração
eu tento esconder,
mas quem manda não é a razão.

Se quer saber,então vou dizer.
Estou aqui pra me entregar
e nada mais pode se fazer,
e nossos erros perdoar.

Não quero te ver triste,
principalmente por minha culpa.
Não quero me ver triste,
principalmente por sua culpa.

Desculpe a impulsão
a falta de razão
a excessiva emoção
a intempestiva ação.

Prometo ser eu
cada vez mais
todo intenso
todo pra você.

E peço sua ajuda
que sem pedir existe
de me resgatar
e não considerar.
pois e não vou.

Eu te Amo.
e isso
já basta!
Minha alegria!
Amo você.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ladrão de Almas

Pegaremos a chave do tempo pra dizer:
Amargai-nos aflição divina,
Insegura e impetuosa sensação de ser,
segura minha mão e carregue minha sina.

Os senhores mais soberbos dirão:
Volte devagar e veja a escuridão.
Pense na burrice da questão
Suje-se com o medo do perdão.

Fica óbvio perceber nosso amor,
mas se tentarmos decifrar
ficaremos bêbado e loucos de pensar
ficaremos cegos e sem cor.

Se avistarmos outras vistas,
outras claves soantes pelo céu,
será preciso considerar nosso véu
que de noivos queremos na vida.

Beberrões, digam-nos o que viram?
Falem porque gritam!
Cantem para entendermos.
Pois tudo morre em seus termos:

És tão bonito, que choro.
És tão perfeito que amo.
És uma semelhança minha.
És tu imagem minha.

Por isso e nada mais,
lanço ao universo,
a praga no meu verso.
Ladrão, assim minha alma satisfaz

Te renego sentimento.
Não preciso de você.
Sou mais feliz com ela
E não temo por te ter.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Agora Falando Sério

http://www.youtube.com/watch?v=LmAC3UgCwiU&feature=related

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