Não há movimento,
efeitos e indiscrição!
Ha sentimento, de saudade
e reboco inspiração.
Não há compartilho
nem susurros e ação,
só revolta, ciúme e
palavras sem razão.
UM LUGAR PARA LIBERTAR O SENSO CRIATIVO, SEM RESTRIÇÕES AO ERRO, AO BANAL, AO TRISTE, AO AMOROSO, AO QUE ENRAIVESSE, AO QUE É BELO E AO QUE A MENTE PERMITE!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
C D Parou
Em oração póstuma,
oração de sentimentos perdidos
Solicitei mais palavras
solicitei a compreensão.
Quanto mais caminhos de festa,
mais fugas à desta visão.
Onde há de existir o som?
Onde a dúvida e perdão.
Não sou de perdoar,
assim como sou perdão.
Caramba! quanta poeira subiu,
quanto tremor reviveu em céus
pregados eternamente lindos,
em sol iluminado, que prevê verão.
A frente, um quartel isolado,
e o habitue da não guerra,
acostuma mal o soldado.
Mas em dia nublado a corneta soa,
pois tudo que foi promessa,
hoje é um pressagio ilusório.
Quero só ver como vai ser.
To aqui olhando e esperando
o por do sol, mas não!
Sem para ver beleza, Chucro!
É a sombra da noite que vem, natural!
Mas hoje não sei o que será!
Mas como sempre,
Errado homem de pé toro,
estará com sua luz,
querendo e vendo,
a outra se apagar.
oração de sentimentos perdidos
Solicitei mais palavras
solicitei a compreensão.
Quanto mais caminhos de festa,
mais fugas à desta visão.
Onde há de existir o som?
Onde a dúvida e perdão.
Não sou de perdoar,
assim como sou perdão.
Caramba! quanta poeira subiu,
quanto tremor reviveu em céus
pregados eternamente lindos,
em sol iluminado, que prevê verão.
A frente, um quartel isolado,
e o habitue da não guerra,
acostuma mal o soldado.
Mas em dia nublado a corneta soa,
pois tudo que foi promessa,
hoje é um pressagio ilusório.
Quero só ver como vai ser.
To aqui olhando e esperando
o por do sol, mas não!
Sem para ver beleza, Chucro!
É a sombra da noite que vem, natural!
Mas hoje não sei o que será!
Mas como sempre,
Errado homem de pé toro,
estará com sua luz,
querendo e vendo,
a outra se apagar.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Contra a Edição.
Endinheirar-me ó tentação,
pois renego a vontade de querer
e busco a insesante solução,
e revisto o corpo a comparecer.
Obriga-me vida a transformar,
a deixar de ser para tentar,
na luta frenética e errada,
não vejo a verdade dessa estrada.
É preciso esquecer o certo,
para ser um ser que será,
e a sensatez viva no canto,
da mente por muito ficará.
E no carnaval de sentimentos,
que se escorrega em todo corpo,
em reluto a sorrir das nove as oito,
vive-se vida de pele carne e osso.
Assim existe-se o questionar:
Tem que ser assim,
como dizia o meu pai?
E fazer e se entregar.
Difícil se entregar,
repetidas palavras
vocabulário escasso
de origem fracasso.
Assim que será!
Até não mais ser.
pois renego a vontade de querer
e busco a insesante solução,
e revisto o corpo a comparecer.
Obriga-me vida a transformar,
a deixar de ser para tentar,
na luta frenética e errada,
não vejo a verdade dessa estrada.
É preciso esquecer o certo,
para ser um ser que será,
e a sensatez viva no canto,
da mente por muito ficará.
E no carnaval de sentimentos,
que se escorrega em todo corpo,
em reluto a sorrir das nove as oito,
vive-se vida de pele carne e osso.
Assim existe-se o questionar:
Tem que ser assim,
como dizia o meu pai?
E fazer e se entregar.
Difícil se entregar,
repetidas palavras
vocabulário escasso
de origem fracasso.
Assim que será!
Até não mais ser.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Real ou realidade, onde se perdeu?
Meu desejo, como harmonizar?
saber perder o que não tive,
cara a cara e firme encarar
a vontade de ser sempre livre.
Paro, percebo e começo a lista:
O berimbau calou, as ondas nem pensar,
meu bandolim vem por inercia,
quem domina é vontade de chorar.
Onde foram parar meus pertences?
Reviro todas gavetas e ruelas,
repenso quais foram os relances,
e tento lembrar o que fizera.
Será que fui roubado de mim?
levanta-te irmão que tombou,
incrédulo não retornou,
e cético acabou-se assim.
O pior é ficar sem o desejo,
e não se conformar com nada,
questionar tudo o que vejo
sem conseguir ir a batalha.
Não é que o ideal acabou.
Acho que foi a vida que mudou,
sem mais nem menos é diferente
e tudo que existia se desfez de repente.
Não sei o que fazer,
não sei mais conciliar.
O meu sonho de querer
ou atalho a abandonar.
Agora eu quero descansar,
olhar pra minha linda e ver
seus olhos grandes a me olhar
e não lembrar o que não posso ser!
saber perder o que não tive,
cara a cara e firme encarar
a vontade de ser sempre livre.
Paro, percebo e começo a lista:
O berimbau calou, as ondas nem pensar,
meu bandolim vem por inercia,
quem domina é vontade de chorar.
Onde foram parar meus pertences?
Reviro todas gavetas e ruelas,
repenso quais foram os relances,
e tento lembrar o que fizera.
Será que fui roubado de mim?
levanta-te irmão que tombou,
incrédulo não retornou,
e cético acabou-se assim.
O pior é ficar sem o desejo,
e não se conformar com nada,
questionar tudo o que vejo
sem conseguir ir a batalha.
Não é que o ideal acabou.
Acho que foi a vida que mudou,
sem mais nem menos é diferente
e tudo que existia se desfez de repente.
Não sei o que fazer,
não sei mais conciliar.
O meu sonho de querer
ou atalho a abandonar.
Agora eu quero descansar,
olhar pra minha linda e ver
seus olhos grandes a me olhar
e não lembrar o que não posso ser!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Borbulhas de Amor
Um pedido e nada mais:
me leve com você ao bar,
e juro prometer me calar.
até ensurdecer seu paladar.
Sabe, as vezes eu me abalo,
outras vezes você se abala
Injusto é o apelo da paixão,
e no calor no coração
eu tento esconder,
mas quem manda não é a razão.
Se quer saber,então vou dizer.
Estou aqui pra me entregar
e nada mais pode se fazer,
e nossos erros perdoar.
Não quero te ver triste,
principalmente por minha culpa.
Não quero me ver triste,
principalmente por sua culpa.
Desculpe a impulsão
a falta de razão
a excessiva emoção
a intempestiva ação.
Prometo ser eu
cada vez mais
todo intenso
todo pra você.
E peço sua ajuda
que sem pedir existe
de me resgatar
e não considerar.
pois e não vou.
Eu te Amo.
e isso
já basta!
Minha alegria!
Amo você.
me leve com você ao bar,
e juro prometer me calar.
até ensurdecer seu paladar.
Sabe, as vezes eu me abalo,
outras vezes você se abala
Injusto é o apelo da paixão,
e no calor no coração
eu tento esconder,
mas quem manda não é a razão.
Se quer saber,então vou dizer.
Estou aqui pra me entregar
e nada mais pode se fazer,
e nossos erros perdoar.
Não quero te ver triste,
principalmente por minha culpa.
Não quero me ver triste,
principalmente por sua culpa.
Desculpe a impulsão
a falta de razão
a excessiva emoção
a intempestiva ação.
Prometo ser eu
cada vez mais
todo intenso
todo pra você.
E peço sua ajuda
que sem pedir existe
de me resgatar
e não considerar.
pois e não vou.
Eu te Amo.
e isso
já basta!
Minha alegria!
Amo você.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Ladrão de Almas
Pegaremos a chave do tempo pra dizer:
Amargai-nos aflição divina,
Insegura e impetuosa sensação de ser,
segura minha mão e carregue minha sina.
Os senhores mais soberbos dirão:
Volte devagar e veja a escuridão.
Pense na burrice da questão
Suje-se com o medo do perdão.
Fica óbvio perceber nosso amor,
mas se tentarmos decifrar
ficaremos bêbado e loucos de pensar
ficaremos cegos e sem cor.
Se avistarmos outras vistas,
outras claves soantes pelo céu,
será preciso considerar nosso véu
que de noivos queremos na vida.
Beberrões, digam-nos o que viram?
Falem porque gritam!
Cantem para entendermos.
Pois tudo morre em seus termos:
És tão bonito, que choro.
És tão perfeito que amo.
És uma semelhança minha.
És tu imagem minha.
Por isso e nada mais,
lanço ao universo,
a praga no meu verso.
Ladrão, assim minha alma satisfaz
Te renego sentimento.
Não preciso de você.
Sou mais feliz com ela
E não temo por te ter.
Amargai-nos aflição divina,
Insegura e impetuosa sensação de ser,
segura minha mão e carregue minha sina.
Os senhores mais soberbos dirão:
Volte devagar e veja a escuridão.
Pense na burrice da questão
Suje-se com o medo do perdão.
Fica óbvio perceber nosso amor,
mas se tentarmos decifrar
ficaremos bêbado e loucos de pensar
ficaremos cegos e sem cor.
Se avistarmos outras vistas,
outras claves soantes pelo céu,
será preciso considerar nosso véu
que de noivos queremos na vida.
Beberrões, digam-nos o que viram?
Falem porque gritam!
Cantem para entendermos.
Pois tudo morre em seus termos:
És tão bonito, que choro.
És tão perfeito que amo.
És uma semelhança minha.
És tu imagem minha.
Por isso e nada mais,
lanço ao universo,
a praga no meu verso.
Ladrão, assim minha alma satisfaz
Te renego sentimento.
Não preciso de você.
Sou mais feliz com ela
E não temo por te ter.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
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