quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A rima desconexa da Saudade

O Sal destas terras, prometem boa safra,
Em analogia à conquistar eu planto a semente.
Em virtudes esquecidas do coração eu lembro.
Em virtudes descobertas me fortaleço.

Saudade cruel, que me mata de amor,
Vide vida passada, vide vida presente,
As vezes em contextos deste intenso calor
Me pego a pensar distante, longe e ausente.

Fixo a atenção nos tijolos deste instante,
preocupações isolam o velho edificio,
sento em bancos diferentes, penso,
e é dificil lembrar dos sorrisos, assim.

Como as brisas quentes do verão que volta,
lembro de batidas broncas no meu ouvido
Zunindo, zunindo na mais pura expressão,
assim eu volto em sonhos, na aritimia do coração.

Crio, ponho, amo e canto.
E nos espaços inescrupulosos do tempo,
vejo a barba do velho amigo,
crescer sem controle e sem cor.

Saudade crua, limpa e bela,
As vezes lembro do perdão que ganhei,
lembro do aperto de mão, do abraço irmão.
Fonte eterna de força, contrui na velha capital.

Desejo em breve rever meus irmãos,
em breve os provedores de minha vida.
Desejo ser sempre eu, com a saudades,
com as metades e sem feridas.

Saudades da minha Familia, Amigos, Irmãos, Cidade, Ventos, Sons, Caos, e tudo que vem junto!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Sobre a Fé...Oremos!

Aqui minha senhora,
deposito em tua alma toda
a minha crença.
Não sei porque faço isso,
não sei porque acredito.
O que sei é sobre tua bondade,
o que sei é sobre teu carater.

Aqui minha senhora, deposito a verdade.
Dizem por ai muito sobre ela,
mas só no meu intimo inconsciente posso definir,
o que não se faz por palavras e sim consequências.

A fé, senhora,
é uma dadiva, onde nos faz crer sem ver,
crer sem ter, crer sem olhar, crer sem ouvir.
Crer incondicionalmente, mesmo quando estamos
na pior das situações, no buraco mais profundo.

Na descrença mundana, no pesadelo real,
é que somos chamados a ver a fé e senti-la
sinceramente.
Podes abandonar-me Senhora, mas eu nunca vou abandonar-te,
porque acredito em ti, tenho fé.

Se alguem lhe abandonar, jogar-lhe praga do desemprego,
do desespero, da solidão e da amargura,
não perca a fé, pois a força esta em ti e não
no mau auguro e intento.

Afaste-se e deseje fé a quem te quer mau...

A fé, esta dentro de nós e ninguém pode tirar
assim como coloca-la dentro de nós.
Ela é a crença incontestável do amor e da esperança,
por isso, a grande fé esta crer em você mesma,
acima de tudo, como nosso Pai Maior disse.

Nunca vou me esquecer de que a fé,
é acreditar acima de tudo, sem precisar de provas,
do mesmo jeito que acredito em você.
Isso, construi dentro de mim.

Eu tenho a fé humilde,
errante, e verdadeira ...em você!

Amo a Senhora, por acreditar em mim, em ti e em DEUS.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Dês em canto 2!

Descaso, descontente no
desatino me deito,
com desdem à dor.
Deslocado com desanimo,
deposto do que demontra.
Deslocado em devaneios,
descarredo em Deus,
que deu doses,
que deu dez de mim.
Duvido, desconfio.
Deslocado de Deus, dispenso.
Desapareço duas , duzias de vezes.
Duvido de verdades.
digno de derrotas
desastrosa dadiva delvolvo.
Desacreditado eu desagrego,
das delegações do dia-dia
eu desapego ao desespero.
E nos delirios denego-me
como um demente,
denominando-me um defectivo da vida
na decrepitude da mente.
Enfim.... definho lentamente
em causa a dedicatoria deficitaria.
Dispeço de Deus, de ti e dos demais.
e vejo em mim à Deus.

Raphael Taricano 26/08/2008

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Para: Deus

Um ar gelado, é a frente fria que vem
sempre que aquele medo nos pega de jeito
na calada da noite, na calada vida que exige apenas ações.
E nessa que eu aposto é necessario as vezes chorar e pedir a Deus,
que não nos deixe, não deixar de ver que somos nós mesmos,
sempre nós os problemas e soluções.
Tudo esta na mente, e a vida nunca mente ao que projetamos,
mesmo sem saber, fazemos certo e errado.

Sabe eu,
ouço o ruído quieto e frio da geleira,
ouço desafios que não são de brincadeira.
Erguer o peito, suspirar a vida pulsante
na dor, felicidade e no temor é só para
quem pode.

Sinto um frio dos pés a cabeça.
É Deus quem me chama mais uma vez.
Eu escuto sua voz e sinto sua vontade a me convocar.

Mas eu, Deus, sera que eu posso?
Duvido de muitas coisas aqui,
só sei que me afogar não vou e
a cada dia percebo que neste
sentido , você não podes fazer nada.
Sou eu quem devo me salvar,
eu que devo sair.

Deus, me desculpe se não sigo tuas ordens,
sou apenas um moleque e sempre serei,
um errante de primeira.

Hoje me perguntei o que um homem,
e um coração, devem fazer para não sucumbir,
para sobreviver e viver?
Eu sinceramente não sei.
Espero apenas que o Senhor me mande a
famosa e contestada luz dos céus para
me iluminar e finalmente eu poder seguir o caminho,
descobrindo em tuas palavras a verdade
incontestavel da vida, do amor e das virtudes.

domingo, 13 de julho de 2008

Quem sabe até de lá vejo um eu
e nesse tropeço na hipocresia.
Vejo em mim um ar estranho,
uma reação contraria ao que anseio,
e causo ao proximo, dor, muita dor.

Pra onde vou, tudo esta em jogo,
a moral, integridade, a minha vida.

Não, não, não, é uma pena que não!

FUI

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Janaina

Quando se vira, suspira um mundo
E em seu sorriso oculto almeja o maior
Idealiza por si só a paixão e
nela encontra sua energia vital.
Sensível a liberdade, conhece a arte.
Ela é humana, é mortal e também,
a qualquer um e a todos não mostra-se total.

Mulher questionadora e impositiva que
em suas ideias, julga todas as vidas.
Sabe ouvir, quando lhe convém,
e quando se vê errante, toca em
sua mente o tom maior da razão,
sobrepondo a emoção, engolindo-a
ou não, de acordo com a pronta intenção.

É meiga, linda e de gestos grandes.
Sabe ver, e se entregar, sabe amar.
Ama atenção, afinal é atriz e emoção.
Não se pode não olhar, não atentar
Senão, um furacão de fúria e indignação,
a toma questionando a situação.

E na carne se vê a vida...
Consumindo a paixão
Com intensa reação ao que
principia a tentação.
Ao fim da relação de paixão
de corpo coberto e acolhido,
na cama suada e vivida,
ela se vira de lado,
expondo sua grande ferida.
Ferida de ser sensível e doce,
amante voraz.
Minha menina, mulher.
Amo-te, por tudo,
pois em mim faz me ser
MAIOR

domingo, 6 de julho de 2008

Caminhos

Que reine livre o pensamento excluso das propriedades, das prioridades e das negações.
Que seja eterno o almejo feliz, que desfile em passos largos a incrivel caminhada do ser.
Que triunfe em todos mares o desbravador de mosntros nunca vistos.
Que nunca tombe aquele que ousa ganhar, sabendo que pode perder.
Que viva eternamente o pensamento do heroi destemido em terra estranhas.

Que sejamos sempre unidos, em alma, corpo e coração,
Que a mudança se faça sem menores perdas, e com muitos ganhos.
Que a vida seja mais que uma conquista de materia renovavel.
Que seja espirito luta, luta, luta,luta, sempre a grande luta.

Que façamos dos momentos do dia, uma grande festa, mesmo que séria.
Que não transformemos fatos em grandes problemas.
Que sejamos , homens, mulheres, seres felizes e capazes de chorar.
Que a vida e Deus, sejamos nós, pois ai esta a verdadeira daidiva.

Uma vez, um sol raiou, na liberdade de pensar e nesta de querer.
Uma vez só o homem sorriu e ironizou aquele medo.

Quero chorar, quero gritar, quero o sentido para viver.
Quero ocilar e me mutar sempre que quizer.

Quero errar, quero cair, quero amar.
Quero tudo que querer.

Vamos lá, vamos conqusitar, temos sempre algo a ganhar.

Vamos sempre com razão, sempre com perdão.

Entregue a compaixão, e viva feliz.

Pense melhor, saiba escolher, saiba sair.

Esqueça quem és, pois eu com 23 ainda não sei.

Reze sempre com fé, em Deus que tu és, acredite.

Termine tudo com grandeza.

Aquela pequena.

Aquela imortal.

Aquela humilde.

Que as vezes tu podes ver.

Com moral , amor vida.

E LUZ


Assinado: Um ser eu que não conheço.

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